segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Cinco Orações Celtas - John O´Donohue






UMA ORAÇÃO - I

Bendito seja o anseio que te trouxe aqui e que aviva a tua alma com assombro.
Que tenhas a coragem de acolher o teu anseio eterno.
Que aprecies a companhia crítica e criativa da pergunta “Quem sou eu?” e que ela ilumine o teu anseio.
Que uma secreta Providência Divina guie o teu pensamento e proteja o teu sentimento.
Que a tua mente habite a tua vida com a mesma certeza com que teu corpo se integra ao mundo.
Que a sensação de algo ausente amplie a tua vida.
Que a tua alma seja livre como as sempre renovadas ondas do mar.
Que vivas perto do assombro.
Que te integres ao amor com o arrebatamento da Dança.
Que saibas que estás sempre incluído no benévolo círculo de Deus.

UMA ORAÇÃO - II
Que despertes para o mistério de estar aqui e compreendas a silenciosa imensidão da tua presença.
Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos.
Que recebas grande encorajamento quando novas fronteiras acenam.
Que respondas ao chamado do teu Dom e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho.
Que a chama da raiva te liberte da falsidade.
Que o ardor do coração mantenha a tua presença flamejante e que a ansiedade jamais te ronde.
Que a tua dignidade exterior reflita uma dignidade interior da alma.
Que tenhas vagar para celebrar os milagres silenciosos que não buscam atenção.
Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma.
Que sintas cada dia como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro.

UMA ORAÇÃO - III
Que atendas ao teu anseio de ser livre.
Que as molduras da tua integração sejam suficientemente amplas para os sonhos da tua alma.
Que te levantes todos os dias com uma voz de bênção murmurando em teu coração que algo de bom te vai acontecer.
Que encontres uma harmonia entre a tua alma e a tua vida.
Que a mansão da tua alma nunca se torne um local assombrado.
Que reconheças o anseio eterno que vive no cerne do tempo.
Que haja benevolência no teu olhar quando contemplares o teu íntimo.
Que nunca coloques muros entre a luz e ti.
Que o teu anjo te liberte das prisões da culpa, medo, decepção e desespero.
Que permitas que a beleza espontânea do mundo invisível te recolha, cuide de ti e te inclua na integração.

UMA ORAÇÃO - IV
Que sejas abençoado nos Nomes Sagrados daqueles que suportam a nossa dor pela montanha da transfiguração acima.
Que conheças o suave abrigo e a graça restauradora quando fores chamado a resistir na morada da dor.
Que os pontos de escuridão no teu íntimo se voltem na direção da luz.
Que te seja concedida a sabedoria de evitar a falsa resistência e, quando o sofrimento bater à porta da tua vida, sejas capaz de lhe vislumbrar a dádiva oculta.
Que sejas capaz de enxergar os frutos do sofrimento.
Que a memória te abençoe e te abrigue com a arduamente obtida luz do esforço passado, que isso te dê confiança e segurança.
Que uma janela de luz sempre te surpreenda.
Que a graça da transfiguração te cure as feridas.
Que saibas que, embora a tempestade possa rugir, nem um fio do teu cabelo será magoado.

UMA ORAÇÃO - V
Que saibas que a ausência está repleta de terna presença e que nada jamais está perdido ou esquecido.
Que as ausências na tua vida estejam repletas de eco eterno.
Que sintas ao redor do secreto “Outro Lugar” que contém as presenças que deixaram a tua vida.
Que sejas forte na aceitação das tuas perdas.
Que a dolorosa fonte de luto se transforme em uma fonte de ininterrupta presença.
Que a tua paixão se estenda àqueles de que nunca temos notícia e que tenhas a coragem de falar em nome de excluídos.
Que venhas a ser o afável e apaixonado sujeito da tua vida.
Que não desrespeites o teu mistério por meio de palavras insensíveis ou integração falsa.
Que sejas acolhido por Deus, em quem o amanhecer e o crepúsculo se unem, e que a tua integração habite os seus sonhos mais profundos no interior do abrigo da Grande Integração.

(Textos extraídos do livro “Ecos Eternos” de John O’Donohue; Editora Rocco).

Nota de Wagner Borges: O irlandês John O’Donohue é escritor, pesquisador, poeta e filósofo católico, com Ph.D. em Teologia Filosófica pela Universidade de Tübingen. É autor de dois belos livros sobre a sabedoria celta: “Anam Cara” e “Ecos Eternos”, ambos publicados no Brasil pela Editora Rocco.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Om tare tuttare ture soha - Mantra da Deusa Tara



Deusa Tara
    
Om:    as imensuráveis qualidades dos corpos, da fala
e das mentes dos seres iluminados

De acordo com os ensinamentos tântricos de Buda, os caminhos incluídos no mantra om tare tuttare ture soha levam ao estado mental onisciente.

Ao efetivarmos esses caminhos na nossa mente, purificamos nosso corpo, nossa fala e nossa mente e os transformamos no corpo, na fala e na mente sagrados de Tara.
Aqui, om é a meta e tare tuttare ture é o caminho.

Tare: "Aquela que liberta."

                    
Norma1mente, "Tara" significa libertação dos nascimentos infelizes, dos sofrimentos da existência cíclica, e da armadilha sutil do nirvana.
                 
Embora uma pessoa possa se libertar da existência cíclica e atingir o nirvana, leva um longo tempo para que ela desperte desse estado de paz abençoada e comece a trabalhar para os seres sencientes.
               
Comparada com a motivação para atingir a iluminação a fim de trabalhar para os outros, a meta para alcançar o nirvana apenas para si é limitada.
               
Assim, Tara não apenas nos livra da existência cíclica mas também do estado de paz abençoada, levando-nos à iluminação.Esse é o significado usual do primeiro tare no mantra.
             
Ele representa tudo de que deveríamos ser libertados, o caminho que liberta, e a meta para a qual a Tara nos leva: o estado onisciente da iluminação.
               Aqui, contudo, o significado de tare é explicado como a libertação da existência cíclica, a primeira das quatro verdades - o sofrimento.


Tuttare: "Que elimina todos os medos."


Tara é considerada como aquela que nos liberta dos oito "medos", ou dos sofrimentos dos oito tipos de ilusão, cada uma sendo comparada a uma causa externa de medo:
 o sofrimento do apego, que é como uma grande enchente;
o sofrimento da ira, que é como o fogo;
o sofrimento da ignorância, que é como um elefante;
o sofrimento do ciúme, que é como uma serpente;
o sofrimento do orgulho, que é como um leão;
o sofrimento da avareza, que é como correntes que aprisionam;
            o sofrimento de visões equivocadas, que é como um ladrão;
e o sofrimento da dúvida, que é como um fantasma.

          
Se nos refugiarmos em Tara, recitarmos seu mantra e praticarmos seu método, ela nos libertará não apenas dos sofrimentos interiores da ilusão como também dos perigos exteriores tais como enchentes, incêndios e ladrões.
          
Assim, com tuttare, Tara nos liberta das verdadeiras causas do sofrimento (a segunda das quatro nobres verdades) - do karma e das ilusões que dão origem ao karma.
         
Ao recitá-lo, nossos medos podem ser dissolvidos, o que indica que Tara nos leva ao verdadeiro caminho, o dharma absoluto - O verdadeiro remédio para as causas do sofrimento.

                          Ture: "Que concede todo o sucesso."

Aqui, sucesso relaciona-se com as metas dos praticantes que possuem os três níveis de motivação; um nascimento afortunado, a meta do nível inicial de motivação; nirvana, a meta do nível intermediário de motivação; e a iluminação, a meta do nível mais elevado de motivação.  "Todo sucesso" também relaciona-se com o sucesso em todas as atividades da nossa vida - nos relacionamentos, nos negócios, na busca das condições perfeitas para a prática do nosso dharma e na consumação das nossas metas dhármicas.
Soha , significa "Possam as bênçãos de Tara que estão contidas no mantra
se enraizarem nos nossos corações."

Se desejamos cultivar maçãs no nosso jardim, devemos plantar a raiz de uma macieira.                 De modo semelhante, se queremos atingir a iluminação, devemos plantar no nosso coração a raiz do caminho completo, que está contido no mantra om tare tuttare ture soha . 
Ao orarmos a Tara e recitarmos seu mantra recebemos suas bênçãos; pela penetração das bênçãos de Tara no nosso coração somos capazes de gerar todo o caminho para a iluminação.  
Ao gerarmos o caminho - método e sabedoria - nas nossas mentes, o nosso corpo, nossa fala e nossa mente impuros purificam-se e se transformam no corpo, fala e mente sagrados de Tara.
Acesse o Link e ouça o mantra em 108 repetições( 1 japamala)

Om Mani Padme Hum – Mantra da Compaixão



Tradução: Recebemos a Jóia da consciência no coração do Lótus. 
Significa : Recebemos a jóia da consciência divina, no centro do nosso chakra da coroa.
Origem :  
O Bodhisatva Avalokitesvara alcançou tão elevado grau de espiritualidade, como se tivesse subido a mais alta montanha. Destas alturas, estava para partir à planos ainda mais elevados, e distantes da terra, quando ouviu um gemido que vinha do inconsciente coletivo da humanidade.
O lamento por sua partida. Seu coração encheu-se de compaixão e Avalokitesvara prometeu ficar neste planeta trabalhando e servindo para evolução  da humanidade.
Este juramento bodhisatva (dedicação para ajudar os outros), é feito por todos os Mestres que servem a Luz da Grande Fraternidade Branca. Eles deixam de seguir  as sua evolução em planos superiores, para servir a Luz de seus irmãos ainda encarnados.
Os mantras são freqüentemente, os nomes dos budas, bodhisattvas ou mestres e que o compuseram.
 Os mantras são investidos com um infalível poder de ação, de forma que a repetição do nome da deidade, transmite as qualidades de sua mente.
O nome é idêntico a deidade ou essência da deidade que o compôs e com ele presenteia a humanidade dando a seus irmãos a essência de tudo aquilo que ele atingiu em muitas vidas de esforço e sagrado oficio.
Dando o glorioso resultado de seu momento de sabedoria.
Ao recitar este mantra, o meditante também pode conseguir as qualidades do Chenrezig, o bodhisatva da compaixão, conhecido na tradição Mahayana como Avalokitesvara.
Ao recitarmos o Mani Mantra, estamos penetrando a mesma roda metafísica que os Mestres Ascensos e não Ascensos da Grande Fraternidade Branca (espíritos que após muitas encarnações alcançaram sua ascensão), que estão constantemente empurrando - a Roda da Evolução Espiritual da humanidade.
Este mantra tem sua origem na Índia e de lá foi para o Tibet.
Os tibetanos não conseguiram entoá-lo da mesma forma, mudando sua pronuncia para: OM MANI PEME HUNG este é o mantra mais utilizado pelos budistas tibetanos.
Qualquer pessoa pode entoá-lo. Estando feliz ou triste, ao entoar o "Mani Mantra", uma espontânea devoção surgirá em nossa mente e o grande caminho será fortemente realizado.
O mantra OM MANI PADME HUM, é fácil de pronunciar e poderoso pois contém a essência de todo o ensinamento.
Muito tem sido escrito sobre este mantra e é impressionante que apenas seis silabas possam atrair tanto comentário importante.
De acordo com Dalai Lama, o propósito de recitar este mantra é transformar o corpo impuro de suas palavras e mente, no puro e louvado corpo, palavra e mente de um Buda.
O som de cada silaba é visto como tendo uma forma paralela espiritual.
Fazer o som de cada silaba portanto, é alinhar a si mesmo com aquela qualidade espiritual particular e para se identificar com isto.
Existe também um grande número de outros beneficio que resultam da repetição deste mantra, incluindo a produção do mérito e destruição do carma negativo.
OM - A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade.
MA - Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.
NI - Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.
PAD - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.
ME - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.
HUM - Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.

A senda das seis perfeições é a senda de todos os budas. Cada uma das seis silabas elimina um dos venenos da consciência humana.

OM - Dissolve o orgulho - Ratnasambhava, Buda
MA - Liberta do ciúme e da luxuria - Amogasidhi, Buda
NI - Consome a paixão e os desejos - Vajrasattva, Buda
PAD - Elimina a estupidez e danos -  Vairochana, Buda
ME - Liberta da pobreza e possessividade -  Amithaba, Buda
HUM - Consome a agressão e o ódio - Akshobhya, Buda
OM MANI PADME HUM  são a essência das cinco famílias de budas secretos. São a fonte para todas as qualidades e profunda alegria. É a senda que conduz a uma elevada existência para a liberdade da alma.  

Cada uma das seis sílabas sagradas retêm um efeito purificador genuíno.
OM - Purifica o corpo
MA - Purifica a palavra
NI - Purifica a mente
PAD - Purifica as emoções 
ME -
Purifica as condições latentes
HUM - Purifica o véu que encobre o conhecimento 
.
O mantra OM MANI PADME HUM, chamado de mani mantra, levanta algumas traduções misteriosas. Diz a tradição que este mantra significa o nome  Chenrezig. Contudo, Chenrezig não tem nome, mas ele é designado por nomes. Estes nomes são a taça para a compaixão a benção e a força que ele derrama. Portanto este é apenas um dos nomes de Chenrezig, MANI PADME, colocado entre as duas silabas sagradas OM e HUM.

OM - Representa o corpo de todos os budas, também o começo de todos os mantras.
MANI - Jóia em sânscrito
PADME - Lótus ou chakra
HUM - A mente de todos os budas ,freqüentemente finaliza os mantras.

Chenrezig ou Jóia do Lótus (Mani Padme) são dois nomes para a mesma deidade.Quando recitamos este mantra, estamos na verdade repetindo o nome de Chenrezig.
Este mantra é investido com a benção e o poder da mente de Chenrezig, sendo que ele mesmo reúne a benção e a compaixão de todos os budas e bodhisattvas.
Desta forma o mantra é imbuído com a capacidade de purificar nossa mente de sua obscuridade.  O mantra abre a mente para o amor e compaixão e a conduz ao despertar.

Sendo a deidade e o mantra um em essência, significa que é possível recitar o mantra sem necessariamente trabalhar a visualização. A recitação permanece efetiva.Acesse o link para ouvir o mantra :
 http://www.youtube.com/watch?v=gx1SrxDwxXo

O Exercício da Palavra Sagrada



Deus disse - “Faça-se a Luz!” - E a Luz se Fez! Deus criou o mundo com a Palavra. E o homem, devido à sua filiação divina, é co-criador junto com Deus.



A Palavra é uma espada de dois gumes porquê ela pode criar ou destruir. Com a Palavra o homem pode abrir novos caminhos em sua vida, pode magnetizar energia de proteção, sabedoria, amor, purificação, cura, paz e liberdade.
No entanto, com palavras de ódio, maldade, crítica, condenação, julgamento, intolerância, impaciência, irritabilidade e outras negatividades, o homem pode também criar seu próprio inferno.
O melhor de tudo é saber que com a Palavra o homem pode descriar suas próprias criações errôneas.
Em Isaías lemos: “Comande-me”, e nos Salmos: “Cantai ao Senhor um cântico novo”.
Neste início da Era de Aquários, quando o mundo passa por incríveis processos de mudanças, é hora também, de mudar a forma de orar, de dirigir-se a Deus. É hora de cantar ao Senhor um cântico novo, comandando a energia (que é Deus) como Ele ensina por meio do profeta Isaías.





Para saber qual é a maneira exata para uma poderosa oração, vamos reler a história do muro de Jericó:
De acordo com a narrativa bíblica, Jericó, uma cidade em que o mal campeava, desenfreado, cerrara as portas e preparava-se para resistir ao assédio do virtuoso Josué e suas forças.
Mas quando Josué chegou perto da cidade de Jericó, topou com um homem estranho, que se intitulava capitão das hostes do Senhor, e que lhe ensinou a maneira para destruir os poderosos muros de Jericó com o emprego do som produzido em seqüências de sete.
Seguindo-lhe as instruções, as legiões de Josué marcharam ao redor da cidade, capitaneados por sete sacerdotes que sopravam sete trombetas de chifres de carneiros.
Ao restante dos seus homens ordenou Josué que permanecessem absolutamente silenciosos, sem pronunciar uma palavra.
Um dia, eles rodearam a cidade. No dia seguinte, tornaram a rodeá-la. E de novo no outro dia. E repetiram o processo num total de sete dias.
No sétimo dia, porém, circundaram a cidade sete vezes, quando Josué disse à sua gente que gritasse, juntando seus gritos ao som das trombetas.
E assim foi feito – e as muralhas de Jericó, diz o relato, aluíram e a cidade foi tomada de assalto e conquistada por Josué. (TAME, D. – O poder oculto da Música)



Desta história extraímos três boas lições:
1- a importância do som;
2- o poder do ritmo;
3- o poder da Palavra, em uníssono é potencializado.
Com a Palavra os muros de Jericó foram derrubados e desta forma podemos derrubar os muros de adversidade e bloqueios que nos impedem de realizar novos projetos.
Vivemos atualmente a época do Apocalipse e estamos lidando com karma negativo bem denso. Este é um ciclo negro chamado Kali Yuga, onde a oração deve ser mais poderosa.
Para atravessar essa barreira de energia pesada que é o karma planetário, o homem precisa usar o poder da Palavra com toda técnica.


Vejamos quais são os itens indispensáveis para compor um poderoso comando de luz, que é uma nova forma de oração:


1 - Invocar a Deus e aos seres de Luz etérea que estão ao lado de Deus: os Elohim, os arcanjos e seus anjos de Luz e os Mestres Ascensos com o nosso Santo Cristo pessoal;
2 - Fazer os pedidos sendo sempre o mais específico possível;
3 - Pedir a solução diária do problema, até a solução acontecer ou sentir em seu coração que está na hora de parar;
4 - Direcionar a energia, dizendo onde deseja que ela atue; fazer o mudra, que além de selar a energia, aponta para a direção que a energia deve seguir (Coloque a mão esquerda em seu chakra do coração e a direita direcionada para o objeto da oração)
5 - Exercitar os comandos com devoção e confiança, amor e alegria;
6 - Sentir o que fala, e falar com sentimentos de amor;
7 - Visualizar a Luz atuando onde você a direcionou e confiar no poder de atuação desta Luz;
8 - Imaginar o mestre/ anjo que foi chamado, atendendo seu pedido;
9 - Visualizar o pedido completado.
10 - Pronunciar as palavras com dinamismo;
11 - Entoar os comandos e mantras de Luz com ritmo;
12 - Selar seu trabalho de Luz ao final, agradecendo aos seres de luz envolvidos na invocação e pedindo para que terminem e selem as energia para não ser roubada ou alterada.

             Nós vemos o poder do som percorrendo o mundo por meio de rádio, cabos telefônicos e satélites.
             Um comando de Luz efetivo requer o engajamento total do indivíduo
Um trabalho espiritual no qual se trabalha com todos os chakras:
- O chakra da base elevando a energia; 
- O chakra da alma com a expectativa positiva da resposta de Deus; 
- O plexo solar magnetizando com profunda  devoção; 
- O chakra do coração liberando amor à Deus, aos mestres e anjos invocados e à humanidade; 
- O chakra da garganta, o centro do poder da Palavra, exercendo de forma dinâmica, o direito de um filho de Deus que comanda Seus exércitos; 
- O chakra da terceira visão, visualizando o que fala, imaginando a Luz dissolvendo os problemas; 
- O chakra coronário, liberando a sabedoria do exercício da Palavra Sagrada.
              
                 Finalmente, para que o comando de luz seja realmente poderoso é preciso submeter os pedidos à vontade divina e direcionar a atenção para a Poderosa Presença EU SOU O QUE EU SOU, que habita seu próprio coração comandando que a Luz atue onde você direcionou a energia. (utilizar-se sempre do mudra de Jesus, para fazer o selamento da energia. Mudra quer dizer Selo)
                 Sinta-se como um cálice sagrado onde a luz será derramada. As Palavras são também cálices para receber a Luz que vem das oitavas superiores.
Lembre-se de que um comando de luz feito em grupo, é muito mais poderoso devido ao poder da multiplicação.
                                                                               Maria Lúcia Vieira